Propulsão

Uma teoria

Notas de tradução

Esta página foi traduzida a partir de um texto em Inglês. Devido a dificuldade em encontrar o real significado para algumas partes do texto original, o texto traduzido pode apresentar uma falta de clareza que provavelmente irá dificultar o entendimento.


Como construir seu OVNI

Esta página é dedicada a todos aqueles que adorariam construir seu próprio Ovni e viajar pelo Universo. Se você tiver idéias para contribuir para este conjunto de informações, por favor mande-me um e-mail com seus dados ou nos dêem o link para as informações. Se trabalhamos juntos, talvez possamos construir uma destas coisas por nós mesmos.

Gostaria também de agradecer meu amigo Randolph Winters e a Pleiades Mission pela maioria das informações.

Parte destas informações são do arquivo da Denver Ufo Society


Conceitos e Princípios de Propulsão anti-gravitacional ...

No anos 50 e 60, os Ovnis em forma de sino eram vistos em muitas partes do mundo e ainda continuam sendo vistos. George Van Tassel, George Adamski e outros, que fizeram contato com os ocupantes destas naves em forma de sino, propuseram algumas idéias de como elas seriam construídas. As informações seguintes são baseadas no testemunho deles.

A construção de tal veículo se encaixaria sob o que seria uma tecnologia submarina, ao invés de uma tecnologia aeronáutica, desde que ele precisa resistir a pressões internas versus pressões do lado externo dentro dos três meios nos quais o veículo é capaz de operar: sob a água, na atmosfera e no espaço.


Um princípio é eletromagnético e o outro é eletrostático (alta pressão - voltagem)

Os sistemas eletromagnéticos e eletrostáticos funcionam independentemente um do outro tanto quanto dentro da influência de um sobre o outro.

Existem dois princípios básicos envolvidos com o sistema eletrostático. Um é a magnitude da carga. O outro é sua habilidade de rarefazer o ar, retornando-o para o seu puro estado etérico, deixando um vácuo. Este processo começa a se manifestar a partir de aproximadamente trinta mil volts, começando a rarefazer o ar por mais ou menos 7/16 de uma polegada. O potencial eletrostático emitido da superfície externa do veículo é imensamente elevado, passando por vários espectros de cores (dependendo da sua magnitude) criando deste modo um vácuo sobre o veículo.


O grau de vácuo depende da magnitude da emissão eletrostática na superfície da armadura externa dos veículos

A emissão eletrostática na superfície de um condutor sempre se concentrará onde a superfície se curva ou apresenta uma borda. Quanto mais acentuada for a curva ou borda, maior a concentração da emissão. Toda a superfície externa de um veículo desta natureza teria uma extremidade como a superfície de um disco (vinil), apenas um pouco mais áspera, como a rosca de um parafuso ou arranjo de escada com degrau ao contrário. A configuração circular dos veículos coincide com a resistência estrutural e a tendência da carga eletrostática para girar em torno da nave. Nikola Tesla também observou esta tendência em girar da carga eletrostática.

Existe uma coluna através do centro do veículo que serve como uma superestrutura para o resto do veículo e também carrega em si mesma a bobina de alta voltagem e frequência, uma espécie de transformador ressonante que fornece a carga eletrostática e eletromagnética para a nave e estabelece a sua polaridade. Esta bobina é similar à que nós conhecemos como bobina Tesla.

Esta coluna, de aproximadamente dois pés (61 cm) de diâmetro, é oca. Em alguns veículos, esta área oca possui internamente um gerador de turbina. Desta forma, quando o vácuo for criado em um dos hemisférios da nave, o ar, devido a pressão atmosférica, atravessando através do tubo oco para preencher o vácuo em uma das extremidade, intercepta as pás da turbina, ativando o gerador primário. Quando o ar alcança o vácuo na extremidade do tubo, ele também é rarefeito como previamente descrito, continuando o processo. Os extraterrestres que utilizam este sistema dizem que eles o usam também em seus planetas como estação estacionária geradora de energia elétrica. Em outros veículos, este tubo oco, da mesma forma que sustentam a bobina, também abrigam lentes parabólicas, fazendo dele também um telescópio.

Os olhos da nave são implementados através de cameras de vídeo colocadas em quadrantes ou onde quer que eles desejem monitorar. Os monitores, apresentando as imagens das cameras, são colocados em um console, a partir do qual o navegador pode observar toda a área, ao redor e sobre o veículo ao mesmo tempo, sem necessitar mudar de posição. Imagens do telescópio também ficam disponíveis quando ele é usado.

Também existem janelas sobre nível do cotovelo de mais ou menos um pé (30,5 cm) ou um pouco menos. A distância deveria ser esta devido às quatro ou mais paredes, ou placas das armaduras do capacitor, que ocupam a principal porção da nave . O lado externo destas janelas possuem um tipo de íris, como as usadas em algumas máquinas fotográficas, feitas de um material condutivo, que quando fechadas se tornam hermeticamente seladas, assim como as formas de carga eletrostática nelas também.


O Efeito Biefeld-Brown

As facilidades de aterrissagem ou contato de terra destes veículos são de dois tipos: Uma é por meio do que chamamos de efeito Biefeld-Brown. Este princípio foi descoberto por Thomas Townsend Brown em 1926 mas a data exata não aparece em qualquer livro de física que eu tenha lido. Ele consiste em três capacitores esféricos colocados à 120 graus um do outro, no lado inferior da nave. Eles são colocados separados por dois terços do seu diâmetro, de forma que não abrirão arcos elétricos entre eles. Eles são presos à nave, mas isolados desta. Eles podem ser mecanicamente projetados a uma certa distância para fora da nave e podem ser retraídos para dentro dela.

O tamanho destes três capacitores esféricos, como observado nos anos anteriores, é mais ou menos quatro pés e 10 polegadas (147,4 cm) de diâmetro. Eles consistem de um núcleo oco hemisfericamente cercado por uma espécie de tigela de placas condutoras sobrepondo-se uma às outras por dois terços (veja ilustração) com isolamento entre as placas. Um tipo de capacitor sanduíche com placas opostas.

O princípio envolvido é que quando eletrostaticamente carregado (alta voltagem), as placas hemisféricas positivas devem ter carga de maior magnitude. Quando então, as placas hemisféricas negativas, que são passivas, buscarão o positivo. O hemisfério positivo é montado próximo à nave e deste modo é empurrado contra a nave em pontos a 120 graus.


Controle direcional de vôo ...

Dentro do veículo, no console de controle, existem três reostatos, um para cada capacitor esférico, por meio do qual a voltagem pode ser independentemente alterada em cada capacitor. Se o potencial de voltagem é reduzido em um dos capacitores e o ponto de pressão sendo maior nos outros dois pontos, a nave será inclinada na direção do capacitor mais fraco. Isto dá a direção de vôo. Se o ponto de pressão é igual em todos os três pontos, o veículo se moverá na direção do seu plano ou pairará em um ponto, desde que a influência da pressão atmosférica seja igual em todos os pontos do veículo ... realmente inteligente!


Os Capacitores Esféricos

Estes capacitores esféricos são os apoios de aterrissagem para o veículo. Quando aterrissando eles são descarregados, e assim eles descarregarão dentro da proximidade do poderoso campo de aterramento proporcionado pela Terra (-).

Eles não giram. Quando no chão, eles isolam o veículo do contato com a Terra. Na nave mãe extraterrestre, a nave desliza e descansa, na guia da estrutura da nave, sobre trilhos como numa linha de trens. Lá, elas podem ser recarregadas como uma bateria. As três esferas geralmente são carregadas somente em vôo.

Quando o veículo decola do contato com a Terra, a carga eletrostática da armadura exterior é ativada, sendo de voltagem alta o bastante para rarefazer o ar, criando um vácuo imediatamente acima do veículo. A pressão atmosférica debaixo e em torno das esferas empurra o veículo para a área de baixa pressão acima. Uma vez longe da Terra, os capacitores esféricos são ativados.

Outro sistema usado em substituição aos capacitores esféricos, é uma grande coluna ou tubo não condutivo, que é projetado para fora da parte inferior do veículo, longe bastante para isolar a nave do aterramento terrestre. A entrada e saída da nave é efetuada por meio desta coluna.

Quando o veículo levita, pelo princípio previamente descrito, a coluna é retraída de volta para a nave. Isto é simples, mas não oferece nenhuma propulsão para a unidade. É usado em veículos grandes enquanto que o tipo com três capacitores esféricos são usados nas naves de reconhecimento.

O vácuo criado pela emissão eletrostática da superfície da armadura exterior como previamente descrito, pela rarefação da atmosfera sobre a nave, é um dos sistemas de propulsão primária deste tipo de veículo. Para melhor entender isto, a construção das armaduras deve ser entendida.

Eles começam com um núcleo oco onde a inteligência se localiza (as entidades que operam o veículo). A primeira parede ao redor deste núcleo oco de área viva é estabelecida como a referência positiva. Existem não menos que três ou mais paredes que são os fatores negativos (placas) ao redor desta parede positiva. Quando eletricamente energizada, uma condição de raios de Leonard é estabelecida criando uma emissão eletrostática eternamente poderosa do eletrodo final ou da superfície exterior, que rarefaz o ar deixando um vácuo. O grau de vácuo depende da magnitude da emissão eletrostática. O veículo é um capacitor construído na ordem de um átomo com a inteligência no lado de dentro.

Como o veículo descansa dentro de um vácuo, não irá necessariamente para qualquer lugar a menos que um túnel de vácuo ou área de baixa pressão seja criada de um lado ou outro da nave. Se o túnel é um vácuo completo, o veículo moverá muito rápido; um observador externo poderia não vê-lo ir ... pareceria ter desaparecido.

O túnel de vácuo é criado por um raio positivo projetado numa primeira lente de superfície parabólica, de dentro do centro de uma cúpula, localizada na parte superior central do veículo. Este raio então reflete de volta para fora sobre um hemisfério, em contato íntimo com os raios catódicos ou campo eletrostático negativo, emitido da superfície da armadura exterior e deste modo atraindo o campo negativo para fora da superfície adicional. Isto cria um túnel de baixa pressão mais pronunciado naquele lado da nave do que em qualquer outro. O veículo então se movimenta com uma velocidade proporcional ao grau de vácuo criado. Este raio positivo pode ser projetado sobre o hemisfério inteiro ou apenas na metade, permitindo desta forma o controle direcional, desde que este raio positivo pode ser livremente movido em torno do veículo, apresentando mudança do momento direcional.

A anti-gravidade ou levitação é uma coisa e o controle direcional é outra. As pessoas dentro do veículo sentem pouco efeito porque eles não são afetados por forças externas, de certo modo, eles são parte da nave.


A Fonte de Energia

Todas estas descritas até agora são energias secundárias. Os geradores primários usados nesta espécie de veículo variam.

Um deles consiste numa solução ácida confinada dentro de um campo magnético saturado com átomos de hélio. Quando raios gama passam através da solução, eles excitam os átomos de hélio gerando elétrons que são coletados em placas como em uma bateria, criando um potencial elétrico muito alto.

Outro sistema gerador é um disco dentro de um gerador de eletrostático a disco. Estas forças giratórias contrárias são montadas na parte inferior da nave, justamente acima sob a flange. A fórmula deles para este é que quando estas duas forças giratórias contrárias alcançarem uma velocidade equivalente à r.p.m. do planeta e diretamente proporcional a sua massa, então uma carga estática é produzida em toda extensão e ela será repelida pelo planeta.

Quando George Adamski perguntou aos seus contatos por que eles usavam geradores eletrostáticos, eles disseram que, através deles, uma carga estática poder ser criada em qualquer ponto no espaço, desde que ela é uma das energias primárias do universo.

Em relação a segunda historia sobre o "integreton" de George Van Tassels, construido em Yucca Valley, CA , por solicitação extraterrestre e "blue prints" (originais). Ele é um gerador estático Dirod desenvolvido por A. D. Moore. Com aproximadamente cinquenta e cinco pés (16,775 m) de diâmetro, ele cria a energia para uma bobina osciladora de multi-ondas utilizando princípios de Tesla e Lakhovshy.

Um eficiente gerador eletrostático pode ser usado no serviço público removendo-se o controle e medição individual. Eles são uma fonte ilimitada de potencial elétrico. Eles são relativamente simples e de baixa manutenção. Para avaliar o seu potencial podemos dizer que, diferentemente dos geradores magnéticos, eles não destruídos quando sobrecarregados.

Quando capacitores carregados por eles são descarregados através de um Gap (nt: intervalo, espaçamento) de faísca, a energia é transformada de estática em dinâmica, introduzindo o eletromagnetismo.

Numa estrutura ordinária, isoladores são colocados entre os cravos. Alguns são mesmo de alumínio. Se os capacitores de placas eram postos entre os cravos e carregados por um gerador estático, as paredes da casa literalmente se tornariam como um tanque de armazenamento de eletricidade relativo as armaduras destas naves espaciais.

Um dos primeiros presidentes de Sociedade UFO de Denver, Lloyd Arnold, projetou, construiu e exibiu um modelo de mesa de uma casa de máquinas com uma haste direcionado a um veículo desta natureza.

Outro princípio envolvido no sistema de geração e propulsão que eles usam é a própria atmosfera, que possui a sua própria carga. Quando o potencial de voltagem do veículo alcança um ponto certo, o ar ao redor que está sendo rarefeito é ionizado (carregado e polarizado). A ionização negativa é repelida pela superfície da armadura negativamente carregada da nave e reabsorvida pela atmosfera. A ionização positiva é atraída para a nave e é então usada como fonte de energia da nave. As entidades que usam este sistema dizem que esta carga atmosférica fornece mais energia do que é exigido para mover o veículo. Eles dizem que a pressão atmosférica é uma das forças mais poderosas conhecidas na natureza.

Eles dizem que a aplicação DIA (entre duas resistências) magnética da eletricidade estática em um campo, construirá uma parede mais forte que os materiais de construção mais resistentes.

Outra compreensão da habilidade eletrostática é merecedora de menção. Na natureza, o cubo é projetivo, macho em gênero. A esfera é receptiva, fêmea em gênero. Se tubos ou pólos fossem colocados em determinadas áreas dentro da parte industrial de uma cidade terminados por eletrodos quadrados ou pontiagudos isolados da terra (-) e outros pólos terminados por eletrodos esféricos, mas estando aterrados, e com alta voltagem aplicada aos eletrodos quadrados, um campo eletrostático ativo é estabelecido: qualquer partícula de matéria entrando neste campo será atraída para o eletrodo positivo, carregada e então repelida e atraída para a Terra. Um princípio eletrostático muito comum, de forma que quando uma nave espacial viajar através da atmosfera, deixa uma atmosfera purificada no seu rastro.

O princípio eletromagnético aqui envolvido é o que se chama de vetor de força. É bem conhecido em eletrodinâmica que um elétron em movimento cria um campo magnético.

Qualquer campo magnético cuja intensidade é modificada, criará um campo de elétrico que, em qualquer dado momento, é igual em amplitude mas de polaridade contrária e perpendicular ao campo magnético. Se os dois campos se tornam mutuamente ressonante, um vetor de força será gerado. A menos que a amplitude e a frequencia da ressonância seja bastante alta, o vetor do campo será muito pequeno e pode passar desapercebido. Porém, a amplitude do vetor do campo cresce numa taxa maior que o dois campos que o geram e em níveis de alta ressonância, torna-se muito forte. O vetor do campo, cuja direção é perpendicular a cada um dos outros dois, cria um efeito semelhante, e de fato idêntico, a um campo gravitacional. Se o centro do campo coincide com um centro de massa do veículo, o único efeito será aumentar a inércia ou massa da nave. Se o centro de massa não coincide com o centro de força, a nave tenderá a acelerar em direção daquele centro. Desde que o sistema que criou o campo é uma parte da nave, ele se moverá com a nave e continuará a gerar constantemente um campo cujo centro de atração é justamente à frente do centro de massa da nave. Desta forma a nave continuará a acelerar enquanto o campo continuar a ser gerado. Para desacelerar ou parar a nave, os controles podem ser ajustados de forma que o campo passe a ser gerado com seu centro atrás do centro de massa, de forma que resultado seja de aceleração negativa.


A Nave em forma de charuto ...

As naves mãe do tipo de charuto que alojam estes veículos de exploração, também possuiriam uma haste de bobina no seu centro e usariam os campos estático e magnético, mas eles não seriam sua principal fonte de propulsão.

A inteligência que opera estas naves diz que o universo é uma canção e então eles têm um diafragma em uma das extremidades do veículo em forma de charuto. Com este diafragma eles criam uma dissonância com o tom musical do espaço em que eles estão e são repelidos pelo próprio espaço.

O princípio envolvido é o seguinte: quando a tecla correspondente a nota "A" (nt: nota musical La) de um piano é acionada e existe outro instrumento de corda nas proximidades, por exemplo um violão, a corda "A" do violão vibrará sozinha.

Os sistemas aqui descritos foram reunidos a partir das seguintes referências:

"My contact with Flying Saucers" por Dino Kraspedon

"Counsel of Seven Lights" por George Van Tassel

"The White Sands Incident" por Dr. Daniel Fry

"Inside the Space Ships" por George Adamski

"Flying Saucers Farewell" por George Adamski

Pesquisa de "Biefeld-Brown"

Esta informação foi compilada por Juan Green, 1993


Fatos da Ciência Ufológica ...

O efeito Biefeld-Brown é anti-gravidade quando a carga elétrica de polaridade positiva exceder a carga de polaridade negativa da massa.

Eletricidade, magnetismo e gravitação são três forças separadas, ainda que cada uma é dependente das outras para produzir efeitos análogos a todas elas.

Quanto mais próximas as placas de um capacitor estão das outras, maior o efeito.

Quanto mais alto o "K" (nt: constante dielétrica) ou tensão de ruptura de isolação entre os placas, maior é o efeito.

Quanto maior a área das placas de um capacitor, maior o efeito. Quanto maior a tensão elétrica nas placas, maior o efeito resultante.

Um capacitor livre para mover-se sempre moverá em direção ao lado de polaridade positiva. A maior massa do material entre os placas resultará em maior efeito.

Um capacitor carregado produz um empuxo sem ter quaisquer partes móveis.

Um campo anti-gravitacional desmoronará se ele estiver dentro da "distância de aterramento" da Terra. Isto corresponde a aproximadamente um quarto do diâmetro do campo.

Em propulsão iônica, as freqüências no espectro laranja serão obtidas para produzir resultados máximo.

A gravidade diminuirá como pressão relativamente proporcional à carga da massa de um corpo ou planeta.

O controle gravitacional será mais eficiente em pontos de 120 graus de arco.

As fontes eletrostáticas tais como os geradores de Van de Graaff, Wimshurst e Dirod são necessárias para a pesquisa anti-gravitacional.


Gerador Eletrostático "Roda dentro da Roda" (Giradas em direções opostas)

Quando estas duas forças giratórias alcançarem uma velocidade equivalente ao número de r.p.m. do planeta, e em relação direta a sua massa, então uma carga estática está para atingir a intensidade na qual é repelida pelo planeta.





Desenho de como a nave funciona ....





A foto a seguir é a fotografia de um Ovni real feito baseado na tecnologia acima





Traduçao Jc Rincon
(Janeiro de 2004)


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